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Kirjailija

Sérgio Lousada

Kirjat ja teokset yhdessä paikassa: 20 kirjaa, julkaisuja vuosilta 2019–2022, suosituimpiin kuuluu Quebramares Portugueses (Madeira e Porto Santo). Vertaile teosten hintoja ja tarkista saatavuus suomalaisista kirjakaupoista.

20 kirjaa

Kirjojen julkaisuvuodet: 2019–2022.

Quebramares Portugueses (Madeira e Porto Santo)

Quebramares Portugueses (Madeira e Porto Santo)

João Zacarias de França Neves; Sérgio Lousada

Novas Edicoes Academicas
2019
pokkari
Desde os tempos mais remotos, o Homem procurou melhorar as suas condi es de vida, desenvolvendo constantemente novos instrumentos e infraestruturas que se revelassem capazes de contribuir para o seu crescimento e expans o. Deste modo, a civiliza o tem aproveitado a via mar tima para garantir a subsist ncia, a defesa e o com rcio, procurando continuamente formas de melhorar a prote o das estruturas portu rias atrav s da cont nua evolu o e an lise das constru es a este n vel, com o intuito de garantir n o s a sua import ncia no presente, como futura. O presente trabalho visa a elabora o de um invent rio relativo aos quebramares portu rios constru dos na Regi o Aut noma da Madeira (RAM), complementado por uma an lise comparativa das solu es adotadas. Outro dos objetivos passa pela recolha de elementos que possam revelar-se importantes contributos para futuros desenvolvimentos acad micos nesta rea da engenharia na UMa.
Inspeção e Caracterização de Patologias em Edifícios de Habitação

Inspeção e Caracterização de Patologias em Edifícios de Habitação

Micaela Sofia Camacho Andrade; Sérgio Lousada

Novas Edicoes Academicas
2019
pokkari
Desde h algumas dezenas de anos que o estudo e caracteriza o de patologias da constru o encontra-se em preponderante desenvolvimento. De facto, em Portugal, nas ltimas d cadas, tem-se presenciado uma mudan a de paradigma no sector da constru o, que envolve a passagem de relev ncia da constru o nova para a reabilita o em edif cios, tendo como primazia o aumento da vida til dos edif cios existente. A reabilita o a interven o destinada a proporcionar desempenho compat vel com as exig ncias ou condicionamentos atuais, permitindo que os edif cios voltem a desempenhar as fun es para os quais foram concebidos. Esta assume um papel essencial e inovador no ceio da constru o, necess rio ter em considera o os riscos e as dificuldades inerentes sua realiza o. O desconhecimento t cnico das caracter sticas associadas a obras de reabilita o, a inexist ncia de m todos para diagnosticar as condi es f sicas do edificado existente, o uso de tecnologias construtivas inadequadas condi o da reabilita o, as dificuldades de cumprimento da legisla o vigente e a aus ncia de indicadores que permitem estimar os custos precisos, s o alguns dos fatores que condicionam este processo.
Inspeção e Caracterização de Patologias em Edifícios de Habitação.

Inspeção e Caracterização de Patologias em Edifícios de Habitação.

Patrícia Manuela Pinheiro Pinto; Sérgio Lousada

Novas Edicoes Academicas
2019
pokkari
Desde h algumas dezenas de anos que o estudo e caracteriza o de patologias da constru o encontra-se em preponderante desenvolvimento. De facto, em Portugal, nas ltimas d cadas, tem-se presenciado uma mudan a de paradigma no sector da constru o, que envolve a passagem de relev ncia da constru o nova para a reabilita o em edif cios, tendo como primazia o aumento da vida til dos edif cios existente. A reabilita o a interven o destinada a proporcionar desempenho compat vel com as exig ncias ou condicionamentos atuais, permitindo que os edif cios voltem a desempenhar as fun es para os quais foram concebidos. Esta assume um papel essencial e inovador no ceio da constru o, necess rio ter em considera o os riscos e as dificuldades inerentes sua realiza o. O desconhecimento t cnico sobre as caracter sticas associadas a obras de reabilita o, a inexist ncia de m todos para diagnosticar as condi es f sicas do edificado existente, o uso de tecnologias construtivas inadequadas condi o da reabilita o, as dificuldades de cumprimento da legisla o vigente e a aus ncia de indicadores que permitem estimar os custos precisos, s o alguns dos fatores que condicionam o processo.
Metodologias, Execução e Fiscalização de Obras Marítimas Portuárias

Metodologias, Execução e Fiscalização de Obras Marítimas Portuárias

António Acácio Ramos Dos Santos; Sérgio Lousada

Novas Edicoes Academicas
2019
pokkari
A evolu o exponencial dos navios ou embarca es, tanto para fins tur sticos como para fins comerciais, exige que os portos ou outros tipos de obras portu rias respondam a essas necessidades. Assim, a efic cia da operacionalidade aumenta de forma significativa. A exig ncia faz com que os portos sejam capazes de receber navios cada vez maiores. Por isso, o dimensionamento deste tipo de obras deve ser elaborado de forma rigorosa, de modo a adotar a solu o construtiva que mais se adeque situa o em quest o. O foco deste trabalho inicia-se pela carateriza o das obras mar timas portu rias em geral, abordando os principais conhecimentos da hidr ulica mar tima e referindo as solu es construtivas mais utilizadas em todo o mundo. Por interm dio desta abordagem, a compreens o e a interpreta o dos casos de estudo torna-se indubitavelmente mais f cil.
Projeto e Exploração de Estações de Tratamento de Águas Residuais

Projeto e Exploração de Estações de Tratamento de Águas Residuais

Tiago Machado; Sérgio Lousada

Novas Edicoes Academicas
2019
pokkari
A inten o deste estudo foca-se na elabora o de um invent rio relativo s Esta es de Tratamento de guas Residuais (ETAR's) com base nos dados da Regi o Aut noma da Madeira (RAM), complementado por uma an lise das solu es adotadas. As ETAR's t m um importante papel na preserva o da qualidade das guas e na manuten o dos recursos h dricos atrav s da implementa o de sistemas de drenagem e tratamento de guas residuais. Os benef cios para as popula es s o evidentes quer na manuten o das zonas costeiras, quer no bem-estar na popula o. As esta es tratam as guas residuais de origem dom stica e industrial para depois serem escoadas para o mar ou rio. Existem v rios esquemas ETAR's e a escolha do processo a implementar depende da localiza o, da carga a tratar e das propriedades exigidas para o efluente final tratado uma vez que existem processos que se revelam economicamente e ambientalmente mais rent veis do que os outros.
Estruturas de Correção Torrencial nas Ribeiras do Funchal - Açudes

Estruturas de Correção Torrencial nas Ribeiras do Funchal - Açudes

João Joaquim Silva Dos Reis; Sérgio Lousada

Novas Edicoes Academicas
2019
pokkari
Na sequ ncia da aluvi o do dia 20 de fevereiro de 2010, resultante de um per odo prolongado de chuva na ilha da Madeira, aliada ao facto desta ter um relevo muito pronunciado e extremamente acidentado, originaram-se os movimentos de vertente que, na sua grande maioria, s o respons veis pela ocorr ncia de cheias r pidas. Pois as bacias hidrogr ficas da ilha s o de pequena dimens o e consequentemente as suas ribeiras, d o origem a tempos de concentra o muito reduzidos. Desta forma, as ribeiras que s o alimentadas pelo escoamento l quido e s lido, tornam-se num agente erosivo e potenciam um rasto de destrui o. Esta aluvi o teve consequ ncias devastadoras em toda a vertente sul da ilha da Madeira, no entanto, este trabalho, focou-se apenas no concelho do Funchal, no qual existem tr s ribeiras onde foram implantadas as estruturas de corre o torrencial, designadas por a udes, que constituem o mago deste estudo, atrav s da inventaria o destas estruturas e posterior elabora o de uma ficha de invent rio relativa a cada uma delas.
Planeamento e Gestão dos Recursos Hídricos

Planeamento e Gestão dos Recursos Hídricos

José Miguel Freitas Santos; Sérgio Lousada

Novas Edicoes Academicas
2019
pokkari
O planeamento e gest o dos recursos h dricos nos dias de hoje uma tarefa complicada, mas interessante e necess ria, tendo em vista a satisfa o de cada vez mais exigentes padr es de vida das popula es e da qualidade do ambiente. Para que sejam poss veis escolhas e decis es judiciosas sobre a melhor forma de utilizar a gua dispon vel, a sua gest o deve ser enformada por leis, atua es administrativas e disposi es econ mico-financeiras, as quais determinam a necessidade da exist ncia de sistemas institucionais competentes para as implementar. Sob o paradigma da sustentabilidade no contexto dos recursos h dricos, procedeu-se a uma avalia o do estado qualitativo das guas superficiais e subterr neas do concelho da Ribeira Brava, quer a n vel da distribui o de guas quer a n vel das guas residuais.
Metodologias de Determinação de Alturas de Onda.

Metodologias de Determinação de Alturas de Onda.

Roberto Da Silva Gonçalves; Sérgio Lousada

Novas Edicoes Academicas
2019
pokkari
O clima mar timo ao longo da costa da Regi o Aut noma da Madeira (RAM) apresenta algumas diferen as, sendo para isso fundamental efetuar uma an lise das caracter sticas oceanogr ficas e geot cnicas do Arquip lago da Madeira. A referida an lise tem como pressuposto retratar, o mais fi vel poss vel, as diferen as, incidindo especialmente nos Portos do Funchal, Cani al, Porto Moniz e Porto Santo. A caracteriza o e simula o da propaga o da agita o mar tima, aplicada a estruturas portu rias da RAM, representam o cerne deste estudo, sendo os seus objetivos primordiais: a defini o da onda de projeto de uma obra mar tima; a descri o da metodologia de determina o de estimativas de longo prazo; a an lise comparativa; a defini o de metodologias de c lculo e a aplica o a registos da costa da RAM.
Caracterização do Coeficiente de Rugosidade seu Efeito no Escoamento

Caracterização do Coeficiente de Rugosidade seu Efeito no Escoamento

Jaime André Vieira Gonçalves; Sérgio Lousada

Novas Edicoes Academicas
2019
pokkari
Os fen menos naturais s o cada vez mais frequentes por causa das altera es clim ticas atmosf ricas causadas pelo homem, as zonas urbanas representam o maior problema no que respeita a seguran a da popula o. A hidr ulica baseada na maioria dos casos na experimenta o em laborat rio, sendo este um apoio inerente e efetivo em prol da elabora o de projetos de obras de hidr ulica. Esta experimenta o pode levar aos modelos f sicos que s o boas aproxima es, embora sem a devida precis o rigorosa, que permitem a objetividade pr tica. A carateriza o do coeficiente de rugosidade ou do coeficiente de resist ncia ao escoamento t m ao longo dos ltimos anos sido alvo de investiga es aprofundadas, sendo amplamente investigada no que concerne ao escoamento em canais naturais. No caso dos canais naturais adota-se um coeficiente de rugosidade, o que significa estimar a resist ncia do mesmo ao escoamento. Esta situa o pode ser nefasta para o dimensionamento de obras hidr ulicas. Pretende-se, atrav s de caracteriza o experimental e da aplica o de modelos num ricos aprofundar o conhecimento dos mecanismos envolvidos no escoamento em canais naturais.
Concessão de Projeto e Gestão Otimizada de um Sistema de Rega

Concessão de Projeto e Gestão Otimizada de um Sistema de Rega

Eduardo Vasconcelos; Sérgio Lousada

Novas Edicoes Academicas
2019
pokkari
Devido ao aumento das temperaturas no planeta e com consequente redu o de gua pr pria para a agricultura, urge a preocupa o do estudo de sistemas de rega, desde a concess o de projeto gest o otimizada do mesmo. Assim sendo, e como a ilha da Madeira n o alheia a este problema que adv m das altera es clim ticas ser estudado um caso pr tico nesta ilha, pretende-se controlar as perdas de gua durante todo o sistema, procurando sempre ter em aten o a preocupa o econ mica das solu es propostas / existentes. A priori, foram abordados os fatores hist ricos de desenvolvimento da pr tica do cultivo, assim como a transi o e evolu o dos sistemas de rega implementados ao longo da hist ria. Al m disto, efetuou-se a an lise de recursos h dricos presentes, assim como a caracteriza o territorial da ilha da Madeira.
Canais Artificiais - Funchal

Canais Artificiais - Funchal

André Moura; Sérgio Lousada; Rui Castanho

Novas Edicoes Academicas
2019
pokkari
O presente estudo pretende efetuar uma an lise a fen menos de cheia em reas urbanas, estabelecendo uma compara o das casu sticas quanto sua localiza o, fatores clim ticos e principais par metros de press o antr pica verificados. Os fen menos de cheia decorrentes de intemp ries t m ao longo do tempo assolado o arquip lago da Madeira, particularmente a ilha da Madeira a qual se diferencia, entre outras, pelo seu relevo acentuado. Estas carater sticas, associadas aos fen menos de cheia, conduzem a dezenas de v timas mortais, centenas de afetados direta ou indiretamente e milhares de milh es em custos monet rios associados. Insurge-se deste modo como priorit ria, a necessidade de simular com o maior rigor poss vel o escoamento das linhas de gua com maior relev ncia neste tipo de cat strofes, articulando com os princ pios de planeamento urbano em vigor na regi o de modo a procurar minimizar os seus riscos e consequ ncias.