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Kirjailija

Teófilo Braga

Kirjat ja teokset yhdessä paikassa: 22 kirjaa, julkaisuja vuosilta 2011–2025, suosituimpiin kuuluu 7 melhores contos - Teófilo Braga. Vertaile teosten hintoja ja tarkista saatavuus suomalaisista kirjakaupoista.

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22 kirjaa

Kirjojen julkaisuvuodet: 2011–2025.

7 melhores contos - Teófilo Braga

7 melhores contos - Teófilo Braga

Teófilo Braga

Tacet Books
2025
pokkari
O livro "7 Melhores Contos de Te filo Braga" re ne uma sele o das melhores hist rias de um dos grandes mestres da literatura portuguesa. Os contos deste volume exploram a profundidade da alma humana, apresentando temas como desespero, solid o, amor e injusti a social. Al m disso, a edi o conta com mais de 60 notas de rodap explicativas, que ajudam o leitor a entender o contexto hist rico e cultural das narrativas. Cada conto uma janela para o universo multifacetado de Te filo Braga, onde realismo e reflex o se entrela am de maneira nica. Este livro cont m os seguintes contos: Lava de um Cr nio: O narrador, tomado pelo desespero, encontra um homem miser vel, mas intelectualmente brilhante, cuja hist ria revela o peso da solid o e da mis ria, transformando sua vis o de mundo. O Evangelho da Desgra a: Uma crian a rf enfrenta um mundo cruel e desolado. Criada por um av amoroso, sua beleza inocente atrai perigos ocultos. Um conto sobre pureza, trai o e os segredos sombrios da vida. Aquela M scara: Durante um baile de m scaras, um homem misterioso confronta uma condessa com lembran as de um amor passado. Entre sedu o e mist rio, ambos lidam com sentimentos profundos e segredos n o revelados. O Sonho de Esmeralda: Um jovem sonhador, perdido nas ruas de uma cidade grande, encontra uma mulher que transforma sua vida. Entre a paix o e o desencanto, ele descobre os perigos de amar um ideal. Revela o de um Car ter: Um homem enigm tico e ir nico enfrenta suas pr prias contradi es enquanto mergulha em reflex es profundas sobre a vida e a natureza humana. O que esconde por tr s de sua m scara de ceticismo? A Adega de Funck: Um escritor visita seu editor e, entre copos de vinho e confiss es, conta uma hist ria arrepiante sobre amor e trai o. O que h por tr s da inquietante alegria do anfitri o? As asas brancas: Emma, envolta em melancolia e vis es m sticas, vive distante da realidade, ansiando por uma liberdade espiritual. Seu estado desperta uma inquietante aura de mist rio e transcend ncia.
Cantos populares do Brazil

Cantos populares do Brazil

Sílvio Romero; Sílvio Romero; Teófilo Braga; Teófilo Braga

Antigonos Verlag
2025
sidottu
Reimpress o sem altera es da edi o original de 1883. A editora Antigonos especializada na publica o de reimpress es de livros hist ricos. Zelamos para que estas obras sejam colocadas disposi o do p blico em bom estado, a fim de preservar o seu patrim nio cultural.
Cantos populares do Brazil

Cantos populares do Brazil

Sílvio Romero; Sílvio Romero; Teófilo Braga; Teófilo Braga

Antigonos Verlag
2025
sidottu
Reimpress o sem altera es da edi o original de 1883. A editora Antigonos especializada na publica o de reimpress es de livros hist ricos. Zelamos para que estas obras sejam colocadas disposi o do p blico em bom estado, a fim de preservar o seu patrim nio cultural.
Cantos populares do Brazil

Cantos populares do Brazil

Sílvio Romero; Sílvio Romero; Teófilo Braga; Teófilo Braga

Antigonos Verlag
2025
pokkari
Reimpress o sem altera es da edi o original de 1883. A editora Antigonos especializada na publica o de reimpress es de livros hist ricos. Zelamos para que estas obras sejam colocadas disposi o do p blico em bom estado, a fim de preservar o seu patrim nio cultural.
Cantos populares do Brazil

Cantos populares do Brazil

Sílvio Romero; Sílvio Romero; Teófilo Braga; Teófilo Braga

Antigonos Verlag
2025
pokkari
Reimpress o sem altera es da edi o original de 1883. A editora Antigonos especializada na publica o de reimpress es de livros hist ricos. Zelamos para que estas obras sejam colocadas disposi o do p blico em bom estado, a fim de preservar o seu patrim nio cultural.
História da Literatura Portuguesa - Os Seiscentistas

História da Literatura Portuguesa - Os Seiscentistas

Teófilo Braga

Createspace Independent Publishing Platform
2013
nidottu
O predom nio da l ngua castelhana apagou desastradamente as literaturas da Galiza, de Arag o, de Val ncia; salvou-se a literatura portuguesa pela rea o dos esp ritos cultos Seiscentistas apoiando a express o do sentimento nacional pela revivesc ncia dos modelos cl ssicos quinhentistas. Vinte e sete anos foram precisos para firmar-se a liberta o de 1640; mas o castelhanismo infiltrara-se na literatura portuguesa desde o s culo XV (Cancioneiro Geral, de Resende), e por todo o s culo XVI por pragm tica cortesanesca (poetas bilingues, como S de Miranda, Gil Vicente, D. Manuel de Portugal, etc.). Desse envenenamento do culteranismo se libertou uma pl iada de escritores seiscentistas: FRANCISCO RODRIGUES LOBO, que difundiu no Condestabre a esperan a da restaura o nacional; FR. LU S DE SOUSA vindicando a supremacia da l ngua p tria pelo purismo quinhentista; D. FRANCISCO MANUEL DE MELO, que sustentou na Europa com os seus libelos eloquentes a causa da autonomia de Portugal e revelando o alto g nio da hist ria; BR S GARCIA DE MASCARENHAS, acordando a tradi o pica de Viriato, e dando-lhe vida nas porfiadas lutas de guerrilhas nas fronteiras; o P.e ANT NIO VIEIRA, movendo-se entre as intrigas diplom ticas dos casamentos e sonhos do Quinto Imp rio para sustentar o trono de D. Jo o IV.
Contos Tradicionais do Povo Português - I

Contos Tradicionais do Povo Português - I

Teófilo Braga

Createspace Independent Publishing Platform
2013
nidottu
Os contos tradicionais s o imensamente simp ticos s crian as, e j Plat o os considerava como um excelente meio de educa o. No seu tratado da Rep blica escrevia: "Tu n o sabes que os primeiros discursos que se dizem s crian as s o f bulas ... Consentiremos que elas ou am toda a casta de f bula forjada pelo primeiro que se aproxima? Recomendaremos s amas e s m es para s contarem aquelas que forem escolhidas e servirem-se delas para lhes formar as almas com mais cuidado do que o que empregam em tratar-lhes dos corpos." Este emprego foi sempre seguido nas escolas greco-romanas, como se v pela transmiss o das f bulas es picas, adotaram-no os pregadores da Idade M dia nos serm es com exemplos, e ainda M.me De Beaumont o generalizou no fim do s culo XVIII. O intuito pedag gico desnaturou o conto com o exclusivo fim moral; perdeu-se a intui o da beleza tradicional, da singeleza popular, e a poesia espont nea do passado achou-se substitu da pela inven o pedante dos mestres. S depois da renova o da pedagogia como ci ncia aplicada da psicologia, que os contos tradicionais e os jogos infantis foram considerados como elementos de educa o, aproveitando antes de tudo as primeiras curiosidades do esp rito e a coordena o dos movimentos.
Contos Tradicionais do Povo Português - II

Contos Tradicionais do Povo Português - II

Teófilo Braga

Createspace Independent Publishing Platform
2013
nidottu
Assim como na linguagem existem duas correntes de elabora o, uma popular ou dialetal e outra escrita, ou regularizada por uma norma gramatical, acontecendo muitas vezes desconhecerem-se estas duas correntes, ou entrecruzarem-se por efeito de causas sociais e hist ricas, o mesmo fen meno se observa com as tradi es novelescas: um grande n mero de contos persiste exclusivamente na transmiss o oral do povo, que os transforma desde a primitiva conce o m tica at simples aventura faceta ou refer ncia vaga de qualquer ad gio; existe simultaneamente um outro grupo de contos conservados por via da reda o liter ria e escritos com uma certa intencionalidade moral ou art stica. Nem sempre estas duas correntes se comunicam, havendo contudo uma poca em que os escritores deram forma liter ria aos temas tradicionais ou os imitaram, e em que os contos escritos por seu turno vieram a influir na imagina o popular pelo emprego da Par bola na pr dica religiosa e do Exemplo na doutrina o concreta da moral.
História da Literatura Portuguesa - Idade Média

História da Literatura Portuguesa - Idade Média

Teófilo Braga

Createspace Independent Publishing Platform
2013
nidottu
(S culo XII a XIV) - Predomina o lirismo trovadoresco em todas as cortes europeias, e essa corrente propaga-se a Portugal, primeiramente, acordando os latentes germes populares, depois pelas rela es da corte portuguesa com a de Le o, qual convergiam os trovadores italianos, como Sordello e Bonif cio Calvo, referidos e imitados nos nossos Cancioneiros; e, por fim, pela emigra o de alguns fidalgos portugueses, que acompanharam D. Afonso III, quando Conde de Bolonha, durante a sua perman ncia na corte de S. Lu s, que era ent o o meio ativo da imita o da poesia proven alesca modificada pelo norte da Fran a. Uma fase nova de desenvolvimento l rico come a com o rei D. Dinis, que imita diretamente a po tica proven al, elaborando ao mesmo tempo as formas tradicionais populares dos Cantares de amigo, das Serranas e Dizeres galezianos. Por ltimo, a poesia proven alesca decai do gosto da corte, sendo preferidos os lais bret os, que pelo seu desenvolvimento narrativo levaram cria o da novela em prosa do Amadis de Gaula. Os lais narrativos tinham dado tema aos poemas galo-bret os de Trist o e de Flores e Brancaflor, muito lidos na corte portuguesa, que tamb m influ a na corte castelhana de Afonso XI, depois da batalha do Salado.