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Kirjailija

Charles River

Kirjat ja teokset yhdessä paikassa: 4 673 kirjaa, julkaisuja vuosilta 2013–2022, suosituimpiin kuuluu William Powell and Myrna Loy: The Lives and Careers of One of Classical Hollywood's Most Iconic Duos. Vertaile teosten hintoja ja tarkista saatavuus suomalaisista kirjakaupoista.

4 673 kirjaa

Kirjojen julkaisuvuodet: 2013–2022.

Uruk: A História e o Legado da Primeira Cidade Principal do Mundo Antigo

Uruk: A História e o Legado da Primeira Cidade Principal do Mundo Antigo

Charles River

Createspace Independent Publishing Platform
2017
nidottu
Embora os sum rios continuem recebendo o segundo ou mesmo o terceiro faturamento em compara o aos babil nios e ass rios, - talvez porque eles nunca constru ram um imp rio t o grandioso quanto os ass rios ou nunca estabeleceram uma cidade t o grande e duradoura como a Babil nia - eles foram o povo que forneceu o modelo de civiliza o no qual todos os posteriores mesopot micos basearam-se. Os sum rios s o creditados como sendo o primeiro povo a inventar a escrita e construir bibliotecas, cidades e escolas na Mesopot mia (Ziskind 1972, 34), e muitos argumentariam que eles foram os pioneiros do mundo a cumprirem tais feitos. Para um povo t o grandioso, lament vel que suas realiza es e contribui es, n o s para a civiliza o mesopot mica mas para a civiliza o em geral, passem em grande parte despercebidas pela maioria do p blico. Talvez os sum rios tenham sido v timas de seu pr prio sucesso; eles gradualmente entraram no registro hist rico, estabeleceram uma grandiosa civiliza o, a ent o lentamente submergiram no mosaico cultural de suas redondezas. Eles tamb m nunca sofreram um grande e repentino colapso assim como os outros povos do Oriente Pr ximo - como aconteceu com os hititas, ass rios e neobabil nicos. Um exame minucioso da cultura e cronologia sum rias revela que os mesmos determinaram o modelo cultural na Mesopot mia por s culos, nos campos da pol tica, governos, artes, literatura e religi o. Os sum rios foram verdadeiramente um grande povo, cujo legado perdurou por muito tempo, mesmo depois de seu fim. Mesmo nos dias de hoje, o mundo deve muito aos sum rios. Quando a Europa Ocidental ainda estava na Idade M dia, foram os sum rios que inventaram a escrita e a roda, dividiram o tempo em minutos e segundos, dominaram a natureza e constru ram cidades gigantescas. Eles abra aram a cultura e as artes, e suas caravanas cruzaram os desertos, abrindo as primeiras rotas de com rcio. Seus mitos e lendas inspiraram diversas hist rias de origem, e sua mem ria ainda vive no Antigo Testamento. Eles escreveram a hist ria do nascimento da humanidade. A heran a da civiliza o sum ria e de seus sucessores est em todas as partes. Nenhum local melhor representa a import ncia dos sum rios do que a cidade de Uruk. Entre o quarto e o terceiro mil nio a. C., Uruk era uma das diversas cidades-estado da terra da Sum ria, localizada no extremo sul do Crescente F rtil, entre os dois grandes rios Tigre e Eufrates. Descoberta ao final do s culo XIX pelo arque logo brit nico William Loftus, o local que revelou muito do que hoje conhecido sobre os povos sum rios, acadianos e neo-sum rios. Embora Uruk n o tenha sido a nica cidade constru da pelos sum rios pelos durante o per odo, era de longe a mais grandiosa e tamb m a fonte da maioria das evid ncias arqueol gicas e escritas no que diz respeito cultura sum ria prim ria (Kuhrt 2010, 1:23). Uruk passou de primeira cidade do mundo para primeiro centro pol tico e cultural mais importante do Oriente Pr ximo em relativamente pouco tempo. Por volta de 3200 a. C., a cultura de Uruk come ou a expandir-se al m das fronteiras da Sum ria, o que coincidiu com a emerg ncia da escrita (Kuhrt 2010, 1:23). A forma de escrita desenvolvida pelos sum rios tornou-se conhecida por seu nome grego, "cuneiforme", pelos caracteres em estilo de cunha que a mesma empregava (Van de Mieroop 2007, 28). A escrita, assim como diversas outras inven es ao longo da hist ria do mundo, parece ter sido criada por necessidade; medida que a cultura de Uruk crescia, os sum rios precisavam desenvolver uma forma sofisticada de manter registros, o que apenas poderia ser feito atrav s da escrita (Van de Mieroop 2007, 28). Apesar de ter sido usado exclusivamente para a linguagem sum ria a princ pio, o sistema de escrita cuneiforme foi posteriormente adaptado e usado por uma s rie de diferentes l nguas do Antigo
Ur e Uruk: a história e o legado das duas mais importantes cidades dos sumérios antigos
Quando arque logos americanos descobriram uma cole o de tabuletas cuneiformes no Iraque, ao final do s culo XIX, eles se depararam com uma linguagem e um povo que, naquela poca, era pouco conhecido at mesmo pelos estudiosos mais instru dos da antiga Mesopot mia: os sum rios. As explora es e conquistas de outros povos mesopot micos, como os ass rios e babil nios, j eram conhecidas por um grande segmento da popula o atrav s do Antigo Testamento, e o campo nascente de estudos do Oriente Pr ximo havia revelado o enigma da l ngua acadiana, que era amplamente utilizada na regi o em tempos antigos; no entanto, a descoberta das tabuletas sum rias trouxe luz a exist ncia da cultura sum ria, a mais antiga de todas as culturas da Mesopot mia. Um exame de fontes prim rias relacionadas a Ur, bem como escava es arqueol gicas feitas na cidade antiga, revelam que a mesma fora um baluarte cultural por milhares de anos. Ur surgiu como uma cidade de import ncia secund ria, mas rapidamente cresceu para tornar-se a cidade mais importante da Sum ria. Em seu auge, Ur foi o centro da grande dinastia que controlava diretamente a maior parte da Mesopot mia, atrav s de um ex rcito e burocracia bem administrados - al m disso, as reas que n o estavam sob seu controle direto foram influenciadas por diplomatas e ideias religiosas de Ur. O presente estudo tamb m revelar que Ur era uma cidade verdadeiramente resistente, pois sobrevivera queda dos sum rios, destrui o completa nas m os dos elamitas, e s ocupa es posteriores por diversos outros povos, que, mais recentemente, inclu ram Saddam Hussein. Ur inspirou a imagina o dos povos antigos, mas tamb m extasiou as mentes dos povos modernos, que trabalharam por mais de 150 anos para desvendar os mist rios da cidade. Verdadeiramente, quando se trata de importantes cidades antigas, Ur deveria ser contada entre as maiores. Nenhum local melhor representa a import ncia dos sum rios do que a cidade de Uruk. Entre o quarto e o terceiro mil nio a. C., Uruk era uma das diversas cidades-estado da terra da Sum ria, localizada no extremo sul do Crescente F rtil, entre os dois grandes rios Tigre e Eufrates. Descoberta ao final do s culo XIX pelo arque logo brit nico William Loftus, o local que revelou muito do que hoje conhecido sobre os povos sum rios, acadianos e neo-sum rios. Embora Uruk n o tenha sido a nica cidade constru da pelos sum rios pelos durante o per odo, era de longe a mais grandiosa e tamb m a fonte da maioria das evid ncias arqueol gicas e escritas no que diz respeito cultura sum ria prim ria (Kuhrt 2010, 1:23). Uruk passou de primeira cidade do mundo para primeiro centro pol tico e cultural mais importante do Oriente Pr ximo em relativamente pouco tempo. Por volta de 3200 a. C., a cultura de Uruk come ou a expandir-se al m das fronteiras da Sum ria, o que coincidiu com a emerg ncia da escrita (Kuhrt 2010, 1:23). A forma de escrita desenvolvida pelos sum rios tornou-se conhecida por seu nome grego, "cuneiforme", pelos caracteres em estilo de cunha que a mesma empregava (Van de Mieroop 2007, 28). A escrita, assim como diversas outras inven es ao longo da hist ria do mundo, parece ter sido criada por necessidade; medida que a cultura de Uruk crescia, os sum rios precisavam desenvolver uma forma sofisticada de manter registros, o que apenas poderia ser feito atrav s da escrita (Van de Mieroop 2007, 28). Apesar de ter sido usado exclusivamente para a linguagem sum ria a princ pio, o sistema de escrita cuneiforme foi posteriormente adaptado e usado por uma s rie de diferentes l nguas do Antigo Oriente, como a acadiana, a hitita, e a persa antiga (Dalby 1986, 475).
Notre-Dame de Paris: The History and Legacy of France's Most Famous Cathedral

Notre-Dame de Paris: The History and Legacy of France's Most Famous Cathedral

Charles River

Createspace Independent Publishing Platform
2017
nidottu
*Includes pictures *Includes historic descriptions of the cathedral *Includes online resources and a bibliography for further reading "Notre Dame de Paris, in particular, is a curious specimen of this variety. Every surface, every stone of this venerable pile, is a page of the history not only of the country, but of science and of art. Thus-to mention here only a few of the chief details-whereas the small Porte Rouge almost touches the limits of fifteenth century Gothic delicacy, the pillars of the nave, by their massiveness and great girth, reach back to the Carlovingian Abbey of Saint-Germain-des-Pr s. One would imagine that six centuries lay between that door and those pillars." With these words, the famous 19th century novelist Victor Hugo attempted to introduce his readers to the backdrop of his seminal work, later known as The Hunchback of Notre Dame. This, it should be noted, was not the name that Hugo gave to his work; instead, he called it simply Notre Dame, after the building in which he set it. This location was no accident, for, perhaps more than any other city in Europe, Paris has seen every kind of trouble and happiness that can befall a place. It may be called the "City of Lights," but it also frequently saw its leaders' blood spilled in the streets. It is the symbol of romance, but also a place where the famed Napoleon divorced the love of his life in order to have a son. It is famed for its art and culture, but it hosted Nazis during four long years of occupation. Most of all, it is a city of building up and tearing down and building up again, where life is ever-changing. Yet, in the midst of this history of turmoil and chaos, one place has survived largely unchanged, a symbol to Christian believers of the unchanging truths of faith. Notre-Dame has stood as a monumental, though silent, witness to much of Paris' history. As Hugo pointed out, "This generative Mother-Church is, among the other ancient churches of Paris, a sort of Chimera: she has the head of one, the limbs of another, the body of a third-something of all. These hybrid edifices are, we repeat, by no means the least interesting to the artist, the antiquary, and the historian... They let us realize to how great a degree architecture is a primitive matter, in that they demonstrate...that the greatest productions of architecture are not so much the work of individuals as of a community; are rather the offspring of a nation's labour than the out-come of individual genius; the deposit of a whole people; the heaped-up treasure of centuries; the residuum left by the successive evaporations of human society; in a word, a species of formations. Each wave of time leaves its coating of alluvium, each race deposits its layer on the monuments, each individual contributes his stone to it." Notre-Dame de Paris: The History and Legacy of France's Most Famous Cathedral chronicles the remarkable history of the Parisian cathedral. Along with pictures depicting important people, places, and events, you will learn about Notre-Dame like never before.
Aphrodite: The Origins and History of the Greek Goddess of Love

Aphrodite: The Origins and History of the Greek Goddess of Love

Andrew Scott; Charles River

Createspace Independent Publishing Platform
2017
nidottu
*Includes pictures *Includes ancient descriptions of the goddess and myths *Includes online resources and a bibliography for further reading "However impious the apotheosis of sexuality may seem in the light of the Christian tradition, modern sensibility can nevertheless also appreciate how in the experience of love the loved one and indeed the whole world appears transfigured and joyously intensified, making all else seem insignificant, a tremendous power is revealed, a great duty." Attempting to cover all the forms the "Goddess of Love" encapsulates is no small affair. The roles she played in romance, marriage, procreation, and all of the other desires of humanity were myriad, but the aim of this book is to paint a slightly different, perhaps more esoteric version of Aphrodite from the usual image of her in mythology books. The fact is that Aphrodite, as an ancient Greek goddess, was not the anthropomorphic personage modern aficionados see painted on canvas and hewn out of stone. In addition to that, she was also so much more, which can be a difficult concept for the modern reader to discern. In fact, it was difficult for certain ancient readers to discern too; the 5th century BCE philosopher Plato expressed disgust at the idea that his gods would debase themselves in the adulterous, murderous, and mischievous ways they were said to have in their myths. However, it is important to remember that Plato represented a very small proportion of ancient Athenian society, and the rest of the populace didn't seem to have much of a problem including the "personal" anthropomorphic aspect of the gods into their more "elemental" and "essential" beings. As the scholar Leopold Schmidt put it, "For anyone born a Greek and thinking like a Greek, the idea of a clean antithesis between unity and plurality is put aside where the supernatural beings are concerned. He has no difficult in conceiving unity of action divorced from any unity of person." This is a very important point to remember when considering any of the ancient Greek gods, which can help the modern reader realize the depth of "character" that Aphrodite embodied for the ancient Greeks. Hers was more than the wooing gifts, more than the marriage bed, and more than the "propriety of women". She was an elemental force and not one to be underestimated. Aphrodite: The Origins and History of the Greek Goddess of Love looks at the story of the legendary deity and the various roles she played in Greek mythology. Along with pictures depicting important people, places, and events, you will learn about Aphrodite like never before.
La Compañía Neerlandesa de las Indias Orientales: La historia de la primera corporación multinacional del mundo
"Hay que considerar que la pimienta no tiene nada que la equipare con una fruta o una baya, y que su nica caracter stica atractiva es su cierta acritud, y a n as solo por esto la importamos desde la India". - Plinio el Viejo Desde la cl sica carne a la parrilla a sofisticados platos de cinco estrellas, la pimienta ha sido siempre la especia obligada. La pimienta a granel puede estar almacenada en los supermercados y tiendas de abarrote hoy en d a, pero hubo un tiempo cuando esa especie tan com n era considerada unos de los m s valiosos productos en el mundo. Los comerciantes se peleaban por poner sus manos sobre esas diminutas cuentas negras, que crecen en coloridos racimos de drupas parecidas a las bayas y que recuerdan a las luces de Navidad. Eran tan apreciadas que un n mero incontable de hombres cruzaban los turbulentos e inexplorados mares en busca de ellas. De hecho, la especia tropical era tan demandada que se derram sangre por este oro comestibles. Para muchos, la menci n de comerciantes mar timos evoca una galer a de ruidosos piratas ataviados seg n un estereotipo y con un colorido papagayo colocado sobre su hombro. Estos granujas n uticos vagan por los mares en busca de tesoros y aventuras. Aunque esa imagen sea inexacta, las compa as reales que alguna vez dominaron las aguas internacionales operaban con una sed parecida de riquezas. Quiz s la m s famosa -o como muchos dir an, infame- de estas corporaciones navales fue la Compa a Neerlandesa de las Indias Orientales, conocida tambi n como la VOC. Establecida hacia comienzos del siglo XVII, este mastodonte n utico se propuso aplastar y sacar a los dem s del mercado. Investida con el poder para librar guerras y exterminar a todo aquel que se atreviera a ponerse en su camino, el resto del mundo se paraliz mientras esta fuerza indetenible se adue aba del comercio mar timo internacional. La compa a destru a a sus oponentes a medida que ascend a a la cima, estableciendo un monopolio sobre el comercio global de especias que no solo sacudir a el mundo sino que cambiar a para siempre el curso de la historia moderna de los negocios. La Compa a Neerlandesa de las Indias Orientales: La historia de la primera corporaci n multinacional del mundo, examina c mo el enorme apetito de los consumidores por una especie en particular fue el inicio de la legendaria corporaci n, y c mo la Compa a Neerlandesa de las Indias Orientales se volvi prominente a trav s de una mezcla brutal de visi n financiera, violencia despiadada, y t cticas de negocios altamente controvertidas. Junto con ilustraciones de personalidades, lugares y eventos, usted aprender acerca de la Compa a Neerlandesa de las Indias Orientales como nunca antes, en poco tiempo.
La Compañía Neerlandesa de las Indias Orientales: La historia de la primera corporación multinacional del mundo
"Hay que considerar que la pimienta no tiene nada que la equipare con una fruta o una baya, y que su nica caracter stica atractiva es su cierta acritud, y a n as solo por esto la importamos desde la India". - Plinio el Viejo Desde la cl sica carne a la parrilla a sofisticados platos de cinco estrellas, la pimienta ha sido siempre la especia obligada. La pimienta a granel puede estar almacenada en los supermercados y tiendas de abarrote hoy en d a, pero hubo un tiempo cuando esa especie tan com n era considerada unos de los m s valiosos productos en el mundo. Los comerciantes se peleaban por poner sus manos sobre esas diminutas cuentas negras, que crecen en coloridos racimos de drupas parecidas a las bayas y que recuerdan a las luces de Navidad. Eran tan apreciadas que un n mero incontable de hombres cruzaban los turbulentos e inexplorados mares en busca de ellas. De hecho, la especia tropical era tan demandada que se derram sangre por este oro comestibles. Para muchos, la menci n de comerciantes mar timos evoca una galer a de ruidosos piratas ataviados seg n un estereotipo y con un colorido papagayo colocado sobre su hombro. Estos granujas n uticos vagan por los mares en busca de tesoros y aventuras. Aunque esa imagen sea inexacta, las compa as reales que alguna vez dominaron las aguas internacionales operaban con una sed parecida de riquezas. Quiz s la m s famosa -o como muchos dir an, infame- de estas corporaciones navales fue la Compa a Neerlandesa de las Indias Orientales, conocida tambi n como la VOC. Establecida hacia comienzos del siglo XVII, este mastodonte n utico se propuso aplastar y sacar a los dem s del mercado. Investida con el poder para librar guerras y exterminar a todo aquel que se atreviera a ponerse en su camino, el resto del mundo se paraliz mientras esta fuerza indetenible se adue aba del comercio mar timo internacional. La compa a destru a a sus oponentes a medida que ascend a a la cima, estableciendo un monopolio sobre el comercio global de especias que no solo sacudir a el mundo sino que cambiar a para siempre el curso de la historia moderna de los negocios. La Compa a Neerlandesa de las Indias Orientales: La historia de la primera corporaci n multinacional del mundo, examina c mo el enorme apetito de los consumidores por una especie en particular fue el inicio de la legendaria corporaci n, y c mo la Compa a Neerlandesa de las Indias Orientales se volvi prominente a trav s de una mezcla brutal de visi n financiera, violencia despiadada, y t cticas de negocios altamente controvertidas. Junto con ilustraciones de personalidades, lugares y eventos, usted aprender acerca de la Compa a Neerlandesa de las Indias Orientales como nunca antes, en poco tiempo.
Tiwanaku: The History and Legacy of the Ancient Pre-Colombian Site in the Heart of the Andes

Tiwanaku: The History and Legacy of the Ancient Pre-Colombian Site in the Heart of the Andes

Jesse Harasta; Charles River

Createspace Independent Publishing Platform
2017
nidottu
*Includes pictures *Includes historical accounts describing the site *Includes online resources and a bibliography for further reading "Tiahuanaco is not a very large village, but it is celebrated for the great edifices near it, which are certainly things worth seeing. Near the buildings there is a hill made by the hands of men, on great foundations of stone. Beyond this hill there are two stone idols, of the human shape and figure, the features very skillfully carved, so that they appear to have been done by the hand of some great master. They are so large that they seem like small giants, and it is clear that they have on a sort of clothing different from those now worn by the natives of these parts." - Cieza de L on, 1883 Few ancient ruins capture the imagination like the mighty holy site of Tiwanaku, located on the high Andean altiplano plateau outside of La Paz, Bolivia. Unlike some ancient sites, such as Machu Picchu in neighboring Peru or Chichen Itz in Mexico, Tiwanaku has never been "lost"; on the contrary, it has been marveled over for centuries by Incan nobles, Spanish Conquistadores, modern backpackers, and UFO fanatics alike. Despite this history of amazement, Tiwanaku has remained something of an enigma until recently, but it appears that this would have probably been pleasing to its creators. It was created to be a mysterious, sacred, and beautiful place, one with many secrets and a public face characterized by PT Barnum-like showmanship. Skillful modern archaeology has allowed people to look behind the facade and see, for the first time in many, many centuries, some of the secrets behind it. The story is fascinating, complex, and thoroughly human. The modern visitor arriving to Tiahuanaco finds him or herself in, as Cieza de L on noted almost 130 years ago, a not very notable, dusty, chilly settlement south of Lake Titicaca. The place would not be of any great interest except that to the east and south of the modern village, within walking distance of the center, rise a number of remarkable ruins. The eastern complex is the larger of the two and encompasses the ceremonial heart of the ancient settlement, including the massive Akapana Pyramid, the Kalasaya Temple, and the famed Puerta del Sol (Gate of the Sun). Visitors typically pose before this remarkable gateway, carved out of a single 10-ton block of andesite and decorated with elaborate carvings, including a curious figure in the center of a man bearing two rods or staffs in its hands. Visitors leaving this central complex travel south - perhaps stopping at the Ceramic Museum, containing typical works of red and white geometric and zoomorphic images on red earthenware - to the southern complex, centered on the famed ruins of Puma Punku. While this typically makes up the entirety of a visitor's time in the ruins, what is often overlooked is that these ceremonial buildings were surrounded by a vast array of lesser structures, many of which appear to have been cannibalized for their stone to build the modern town, especially the church of San Pedro in the main square (Bolivia es Turismo 2016). Beyond this was an impressive system of aqueducts and irrigation, broad expanses of carefully controlled fields, outlying settlements, and a vast network of dependent, conquered territories. Together they make up the political, spiritual, economic, and artistic world which today is called "Tiwanaku," a place, empire, and cultural tradition that is the focus of this text. Tiwanaku: The History and Legacy of the Ancient Pre-Colombian Site in the Heart of the Andes chronicles the history and archaeology of the famous site. Along with pictures depicting important people, places, and events, you will learn about Tiwanaku like never before.